Ranicultura

 A ranicultura consiste na criação de rãs e pode possuir até seis sistemas de criadouro: 
1 - Confinamento.
2 - Ranabox.
3 - Estufa.
4 - Anfi-granja.
5 - Tanque-ilha.
6 - Gaiolas.
 Para a região Norte o sistema de criação mais indicado é o de anti-franjas, que são galpões com divisórias (baias), onde a quantidade de animais distribuídos é relativa ao espaço disponível (50 animais por metro quadrado), com o passar do tempo a quantidade de animais diminui decorrente de seu crescimento, até permanecerem apenas 25 animais por metro quadrado. A alimentação consiste em rações especiais à base de proteína e larvas de moscas. Para um melhor resultado é necessário um manejo adequado dos animais assim como um controle da qualidade da água utilizada nos tanques. 
No Brasil, a produção de rãs é voltada para o mercado interno, porém com grande potencial de alcançar o mercado externo. No estado do Pará já existem empresas especializadas no cultivo deste anfíbio.
 A carne de rã contém menos calorias, são somente 68 kcal, se comparada a do de frango, 264 kcal, a bovina, 149 kcal, a de porco, 276 kcal e a de coelho, com 162 kcal e, por esta razão, pode ser utilizada também na área da medicina e nutrição como, por exemplo, no controle do colesterol e da hipertensão.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Doenças que mais afetam os peixes na piscicultura

Quelonicultura

Espécies mais cultivadas na aquicultura no Brasil